Terça-feira, 17 de Novembro de 2009

Sou só eu ou é apenas impressão minha?

Será que sou só eu que quando acorda durante a noite sobressaltada gosta de olhar para o lado e sentir-me reconfortada por ter aquela pessoa ao meu lado?

Será que sou só eu que gosto de me deitar e levantar com a pessoa com quem durmo?

Sinceramente fico frustada ao aperceber-me de que quando me deito, deito-me sozinha, e que quando acordo a meio da noite continuo sozinha e entretanto levanto-me, procuro por ele e apercebo-me que para ele aquio qeu eu acho importante e assegurador não tem a minima importância e que há sempre coisas mais interessantes para fazer, uma e outra vez, dia após dia.Entretanto fico chateada, desperto e custa-me muito mais adormecer, aliás mal consigo voltar a fechar os olhos, a respiração fica ofegante, a cabeça não para e o corpo também não, o problema é quando nos temos de levantar daí a 3 horas e vemos os segundos e os minutos a passar sem parar de pensar Sou só eu que penso assim ou sou sou eu que faço uma tempestade num copo de água?

publicado por clueless às 09:54

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Quinta-feira, 12 de Novembro de 2009

Coisas.....

"Mais vale arrependemr-nos daquilo que fizemos do que daquilo que não tentámos sequer fazer" li esta frase num blog algures(vou tentar descobrir a fonte) e sorri, sorri porque esta é uma das minhas filosofias, acho que desde sempre que penso assim.

Quando andava na escola, sempre fui uma miuda meio inconequente, meio louca, arriscava sempre e por vezes dei-me mal, mas olhava para as minhas amigas e pensava,"vá lá, não custa nada,arrisca" e elas ficaam a olhar para mim com um ar que nem vos conto.

Sempre fui Maria Rapaz.

Lembro-me de entrar em concursos de luta no meu 5º e 6º ano com os rapazes lá da turma e quase nenhum me ganhava.

Lembro-me de ter muitos amigos rapazes mas apenas saber lidar com eles como amiga e não como rapariga.

Lembro-me de só e apenas por volta dos 15 aninhos é que começei a olhá-los de outra forma, até lá era mais na base de companheirismo.

Lembro-me também de brincar até altas horas na rua e viver abertamente sem qualquer tipo de pânico ou fobia.

Lembro-me de ser atropelada, com 12 ou 13 anos, por uma mota que ultrapassou pelo passeio um carro que me tinha deixado atravessar a estrada, e sabem o que fiz?

Nada, absolutamente nada, levantei-me do chão, fui para o jardim brincar e voltei a csa sem abrir a boca, não disse nada a ninguém, aliás para mim tinha sido apenas um pequeno acidente, não valia a pena entrer em histeria.Agora imaginem a minha querida Avó (que foi quem me criou) ir ao pão no dia seguinte, e perguntarem-lhe se estava tudo bem comigo, se tinha ido ao hospital e se não tinha nada partido, e  ela coitada sem saber o que se tinha passado e sem saber o que tinha acontecido, explicarem-lhe e ela ir a correr para casa, acordar-me aos berros a perguntar porque é que não lhe tinha nada e eu sem saber o que lhe dizer.

Os dias seguintes para mim na altura foram extraordinários, tinha vivido aquela história e ainda tinha uma nódoa negra que começava no tornezelo e ia até ao joelho da perna esquerda e andava toda contente pela escola a mostrar a minha medalha, a prova de que era uma "gaja" forte e corajosa, até tinha sido atropelada e não me doía nada!!!rsarsrsr

Hoje com 27 anos, quando quero vestir uma saia ou um vestido mais bonitinho e olho para as minhas pernas cheias de cicatrizes e manchas a primeira coisa que me vem a cabeça é o porqu~e de eu não ter sido mais recatada, mais menininha, mas logo me lembro de episódios como este e sinto que pelo menos tive uma infância livre e despreocupada, onde todos podiamos brincar na rua e crescer aos griptos e saltos e correrias e considero que todas as marcas que tenho no corpo, principalmente nas pernas, estão ali por uma razão apenas, para me lembrar de como é bom brincar e ser criança.

 

publicado por clueless às 13:07

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Sexta-feira, 28 de Agosto de 2009

Sexta Feira...

 

 

 

 

 

 

Hoje parece que o mundo finalmente me caiu em cima dos ombros.

Sinto-me cansada, apesar de ter acordado mais ou menos animada.

Sinto falta de quando era miuda e sempre que fazia alguma coisa, havia sempre aguem que resolvia por nós, mas pensando bem a minha vida nunca foi muito assim.

A minha mãe, desde miuda que me lembro, sempre me disse, na cama que fazes é na cama que te deitas.

 Penso nas escolhas que fiz, se foram as correctas ou  não, apercebendo-me uma vez mais de que o que quer que eu tenha escolhido, estou sozinha e se as escolhas foram minhas sou eu que tenho de resolver a minha vida.

Acredito que mais cedo ou mais tarde as coisas têm de melhorar, simplesmente não podem continuar assim, mas é nestes dias em que nada me anima, que me pergunto quando?Quando é que vai melhorar?É que ultimamente as coisas não têm corrido bem nem a nivel profissional, nem a nivel pessoal, nem sequer a nivel de saude.

Há apenas uma coisa que me anima hoje, o Fim de Semana está a porta e eu posso passá-lo em casa, sem sair para ver ou falar com quem quer que seja,tenho algumas coisas que fazer e das quais não posso fugir, mas não vão demorar muito e sei que depois me posso enrolar e ficar deitada a ver um filme ou a ler um livro, desde que ninguém me chateie.

 

 

 

publicado por clueless às 11:10

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Terça-feira, 2 de Junho de 2009

Palavras

sinto-me: inspirada
publicado por clueless às 22:49

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Domingo, 10 de Maio de 2009

??????????????????????

 

 

 

 

 

 

 

To be, or not to be — that is the question:

Whether 'tis nobler in the mind to suffer

The slings and arrows of outrageous fortune

Or to take arms against a sea of troubles,

And by opposing end them. To die — to sleep —

No more; and by a sleep to say we end

The heartache, and the thousand natural shocks

That flesh is heir to. 'Tis a consummation

Devoutly to be wish'd. To die — to sleep.

To sleep — perchance to dream: ay, there's the rub!

For in that sleep of death what dreams may come

When we have shuffled off this mortal coil,

Must give us pause. There's the respect

That makes calamity of so long life.

For who would bear the whips and scorns of time,

Th' oppressor's wrong, the proud man's contumely,

The pangs of despis'd love, the law's delay,

The insolence of office, and the spurns

That patient merit of th' unworthy takes,

When he himself might his quietus make

With a bare bodkin? Who would these fardels bear,

To grunt and sweat under a weary life,

But that the dread of something after death —

The undiscover'd country, from whose bourn

No traveller returns — puzzles the will,

And makes us rather bear those ills we have

Than fly to others that we know not of?

Thus conscience does make cowards of us all,

And thus the native hue of resolution

Is sicklied o'er with the pale cast of thought,

And enterprises of great pith and moment

With this regard their currents turn awry

And lose the name of action....

 

 

«Ser ou não ser, eis a questão! O que será mais nobre para o espírito humano: sofrer os ataques e as flechadas da fortuna adversa, ou pegar em armas contra um mar de dores e, enfrentando-as, pôr-lhes termo? Morrer... dormir; mais nada! E dizer que se acaba com as penas do coração e mil choques de que é herdeira a carne! Eis um fim a desejar ardentemente. Morrer... dormir! Dormir... Sonhar talvez! Aí é que está o problema! Porque há que pensar nos sonhos que virão nesse sono da morte, quando nos libertarmos desta mortal crisálida! É este raciocínio que nos leva à desgraça de uma vida tão longa! Pois quem suportaria as chicotadas e o desprezo do mundo, a injúria do opressor, a afronta do soberbo, as ferroadas do amor incompreendido, as delongas da justiça, a insolência dos funcionários e o coice que o mérito paciente recebe dos indignos, quando se podia buscar repouso com a ponta de um punhal? Quem aguentaria tão pesado fardo, gemendo e suando, sob o peso de uma vida tão trabalhosa, se não fosse o pavor do que existe para lá da morte — essa região desconhecida cujas fronteiras nenhum viajante volta a atravessar —, temor que embaraça a vontade e nos obriga a suportar os males que conhecemos, em vez de corrermos para outros de que não sabemos nada? Assim a consciência faz cobardes de nós todos, e assim o primeiro impulso da reolução esfuma-se no pensamento, e as tentativas de força e energia, perante este raciocínio, mudam o seu curso e perdem o nome de acção...» (tradução de Ricardo Alberty).

l

sinto-me:
publicado por clueless às 20:46

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Terça-feira, 28 de Abril de 2009

Passo a Passo

 

Passo a Passo construimos uma vida, passo a passo vamos crescendo,passo a passo vamos amadurecendo....

 

"A mesma água que mata a sede ................... afoga!

O mesmo fogo que aquece do frio ................queima!

A mesma mão que acaricia ..............................mata!

A mesma boca que beija .................................ofende!

O mesmo amor que traz felicidade .................magoa!"

 

ou.. exactamente o contrario!!!

 

" Sucesso é conseguir o que se quer

Felicidade é aproveitar o que se conseguiu"

Warren Buffet

 

                             "Você pode conseguir quase tudo que quiser,

                                desde que esteja disposto a pagar o preço

 

                                                  O preço do dinheiro é o trabalho

                                                  O preço do sucesso é a dedicação

                                                  O preço da sabedoria é a reflexão

                                                  O preço da liberdade é a responsabilidade

                                                  O preço da amizade é o companheirismo

                                                  O preço do sexo é amor

                                                  O preço do amor é doação"

 

publicado por clueless às 18:05

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Sexta-feira, 25 de Julho de 2008

Introspecção

 

 

 

 

 

 

 

 

Eu nunca fui muito de falar ou de me intregar, sempre  preferi ficar de parte e observar e só depois de ter alguma confiança aí sim falo pelos cotovelos.

Sempre soube ver quando algum amigo precisava de falar de desabafar e deixo-os falar tudo sem interrupções até ao fim mas depois quando me perguntam o que acho dasituação quase nunca sei o que dizer se o politicamente correcto ou aquilo que realmente penso.Isto porque também sei que a maoir parte das vezes tal como acontece comigo também só queremos ouvir aquilo que pensamos e queremos que nos deiam razão.

Talvez por isso me seja a mim tão dificil falar com quer que seja sobre mim e sobre o que se passa na minha vida.aliás acho que nunca tive uma amiga daquelas a que nós contamos tudo, todos os nossos segredos e pormenores.

Apesar de sempre ter sido, no meu grupo de amigos, o "bobo" da festa, acho que sempre vi e vivi a minha vida separadamente, ou seja, quando estou com amigos estou com amigos quando estou "comigo" estou "comigo"e com os meus problemas e isso tem-me vindo a afastar daqueles com quem gosto de estar.  

Não sei talvez seja daquelas pessoas que necessitem de terapia e que só dessa maneira consiga realmente discutir e partilhar a minha vida.

sinto-me: Sei lá
publicado por clueless às 14:29

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